9 de setembro de 2008

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre porque tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e imprevisivel quando preciso e constante e previsel quando necessário. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo porque se eu fosse perfeita, não precisaria estar aqui. São poucas as pessoas pra quem eu me explico.

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